Desenvolvimento Sustentável : o mito e o poder de um ideal sem fundamento.
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União para desenvolvimento sustentável da Amazônia
“Juntar azeite, vinagre, sal para temperar a salada, sem deixar que o prato fique indigesto”. Com esta imagem, Caetano Scannavino, coordenador do Projeto Saúde e Alegria, se refere à formação e ao lançamento do Fórum Amazônia Sustentável [FAS]. A idéia da iniciativa é reunir uma articulação multissetorial – empresas, ONGs, movimentos sociais e instituições de ensino e pesquisa – em torno de uma agenda positiva para a região. Caetano, que participa também da Comissão Executiva do FAS, explica que não é mais possível repetir o modelo econômico desenvolvimentista aplicado no sul do país na região amazônica e que, por isso, o fórum representa a busca por soluções efetivas e pragmáticas que possam construir uma Amazônia que produza negócios viáveis economicamente, mas que, além disso, tenha respeito pelas culturas amazônicas, ribeirinhas e, principalmente, ao meio ambiente.
(fonte:http://www.rits.org.br/)
Falar de desenvolvimento sustentável de áreas destinadas à preservação é no mínimo
dotado de completa falta de inteligência incoerência. Isto porque tende-se a associar o desenvolvimento com produção industrial, sendo que o contrário nunca é pensado: muito mais lógico é o desenvolvimento com base na perseguição do ideal vida sem haver prejuízo das áreas livres de contato humano.
Pensar no desenvolvimento sustentável de área pertencente a Amazônia Legal se assemelha muito mais a mais uma tentativa de obtenção de riquezas provenientes do comércio de Terras agregado a extração de recursos minerais e vegetais.
Na teoria tudo é muito belo e dotado de uma boa vontade quase intocável , contudo se basta no olhar a realidade existente e constatar que em 90% das vezes (dados não oficiais, mas de conhecimento público) as atividades voltadas aos fins de desenvolvimento, aprimoramento, demarcação de terras, auxílio à povos indígenas, desenvovimento de determinada área, servem de meros transportes ao capitalismo selvagem (desculpe a referência à musica).
Brasileiro é um povo que adora documento e revistas. Se na revista a propaganda diz que um projeto trará saúde, educação, desenvolvimento, ele acredita ! a ainda passa a comentar as vantagens de tal projeto, contudo caso apareça alguém para discutir, logo se torna uma disputa com um tolo de ideais de revista.
Buscar a nova ordem passará por conceitos novos e não compreendidos pela esmagadora maioria da população, tais como: reestruturação na educação (tanto formal, quanto social), busca de maior participação social (brasileiros são acomodados, só saíram de casa quando a globo mandou) e uma nova política.
Deve, o povo, ser crítico, ler, não achar bonitinho ser jogador de futebol, não achar que todo rico é bandido (tem muita gente que trabalha!), não pensar que é normal não haver um policial por quarteirão (muitos países possuem isso!) e principalmente, pensar que nunca as coisas vão mudar porque ninguém faz nada…
Faça a sua parte e deixe a minha parte comigo… eu a farei.
Tags [Notícias, Pensamentos, Pensamentos, Planeta estranho]
É verdade e concordo, precisamos realmente rever este conceito. gostei do blog, vai para os meus favoritos!
Muitas vezes penso que o mundo pose ser salvo e confesso que pela primeira vez me ocorreu o desenvolvimento sustentável como um vilão… bem interessante, precisamos ficar atentos.